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17.Jul.18

Governo quer maior rigor na contratação de mão-de-obra estrangeira

Obras

 A Ministra do Trabalho, Emprego e Segurança Social, Vitória Diogo, exige maior rigor na contratação de mão-de-obra estrangeira no país. Diogo falava, ontem, em Maputo, na cerimónia de abertura da Reunião Nacional da Direcção Nacional do Trabalho Migratório, subordinado ao lema “Por Um Maior Rigor na Contratação da Mão-de-Obra Estrangeira”.

 

 

A governante disse ainda que a contratação de mão-de-obra estrangeira deve ser feita para suprir as necessidades de profissionais de um determinado sector de actividade laboral. “A contratação de mão-de-obra deve ser feita para suprir alguma insuficiência”, realçou. Segundo a ministra, a economia gerou, desde 2015 até ao mês de Junho do corrente ano, cerca de 1.190.200 postos de trabalho.

 

Deste universo, 27.603 são ocupados por trabalhadores estrangeiros e 36.044 são trabalhadores moçambicanos na diáspora, sendo os restantes nacionais. Diogo denunciou a existência de chefes de departamentos que engavetam pedidos de permissão para a contratação de mão-de-obra estrangeira pelas empresas.

 

“Alguns funcionários querem sempre molhar a mão para dar seguimento a pedidos das empresas. Nós não queremos actos de corrupção no nosso seio”, disse, acrescentando que “é importante referir mesmo que já foram processados disciplinarmente dois funcionários que culminaram com expulsão e um funcionário processado criminalmente, aguardando julgamento em prisão”.

 

A ministra, citada pela AIM, disse ainda que foram identificadas, no ano em curso, 362 empresas com situação irregular de segurança social, mas que pretendiam, mesmo nessa situação, fazer pedidos de contratação de mão-de-obra estrangeira.

 

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