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Tete Magazine

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05.Jul.18

Produção alimentar prioritária em Angónia-Marávia na Província de Tete


A POPULAÇÃO do planalto de Angónia-Marávia, em Tete, deve redobrar esforços para alargar as suas áreas de produção, com vista a atingir níveis de produção que façam face à crise alimentar.A orientação foi dada há dias pelo governador da província, Paulo Auade, no posto administrativo de Dómuè, a um grupo de agricultores associados que acabavam de receber um armazém com capacidade de 300 toneladas de cereais, construído em parceria com o Programa Mundial de Alimentação. 

 O dirigente da província referiu que o Governo criou centros de maquinaria agrária para apoiar e incentivar a produção, tendo chamado atenção à necessidade do aproveitamento desta capacidade de instrumentos agrícolas colocados em cada distrito do norte da província para o alargamento das áreas de produção e, consequentemente, dos rendimentos. 

 Na mesma ocasião, o governante de Tete instou os administradores distritais a visitarem frequentemente os campos de produção dos agricultores dos sectores familiar, privado e associativo, para reforçar a mobilização para maior engajamento nas actividades agrárias, fundamentalmente na produção de culturas alimentares.Acrescentou que a região do planalto de Angónia, que engloba os distritos de Tsangano, Angónia, Macanga, Chifunde, Chiúta e Marávia e norte do distrito de Moatize, tem boas condições para o cultivo de cereais e hortícolas durante todo o ano. 

 “Queremos ver as prateleiras dos grandes mercados da cidade de Tete recheadas de produtos agrícolas locais como a batata-reno, hortícolas e feijões de qualidade, cuja potencialidade encontramos nos nossos solos bastantes férteis” - disse Paulo Auade. 

 Referiu que no distrito de Tsangano, com todas as condições do clima tropical, a população deve-se preocupar com a diversificação de culturas, destacando, por exemplo, o fomento de fruteiras como pêssego, maçã, entre outras que são apenas produzidas pelo sector privado.“A maçã, pêssego e morango, muito produzidos em Tsangano pelo sector privado, pode igualmente ser cultivados por vocês, assim como fazem com a cultura do tabaco, para o melhoramento da dieta alimentar e saúde dos vossos filhos, e ainda para a geração de receitas” - apelou Auade.
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